HOTEL FAROL DA ILHA
Da Ponte Hercílio Luz ao Ribeirão da Ilha, estas são algumas das paisagens de Florianópolis que dá para conhecer saindo do Centro. O Hotel Farol da Ilha fica na Rua Bento Gonçalves, 163, a 400 m da Rodoviária Rita Maria, a 450 m do Mercado Público e a 1,1 km da cabeceira da Ponte Hercílio Luz. Do Centro também saem os ônibus para as praias, pelo terminal TICEN.
Inaugurada em 13 de maio de 1926, a Ponte Hercílio Luz foi a primeira ligação permanente entre a Ilha e o Continente e completou 100 anos em 2026. Os 821 metros da travessia podem ser feitos a pé todos os dias: pelas passarelas laterais nos dias úteis e pela pista inteira nos fins de semana e feriados. Ao anoitecer, a iluminação cênica com mais de 7 mil pontos de LED acende e muda de cor em datas especiais.




Fotos: Christian Herzog, Virginia Yunes, André Gemmer (Pexels) e Gabriel Passos (Pexels) via Canva.
Com mais de 120 anos, o Mercado Público reúne cerca de 100 boxes no Centro Histórico. Na ala Norte ficam artesanato, renda de bilro e lembranças; na ala Sul, peixarias e açougues; no vão central, bares e restaurantes. É o lugar mais perto do hotel para comprar frutos do mar e provar o pastel de berbigão.
Foto: luoman via Canva.
A Catedral Metropolitana foi erguida entre 1753 e 1773 no mesmo local da capela de Nossa Senhora do Desterro, a primeira da povoação. A fachada ganhou o pórtico neoclássico na reforma de 1922. Lá dentro fica a escultura Fuga para o Egito, de Ferdinand Demetz, com a Sagrada Família em tamanho natural.
Foto: Rodrigo Pereira (Pexels) via Canva.
O calçadão da Rua Felipe Schmidt, principal rua de comércio da capital, e a Rua Conselheiro Mafra, que termina praticamente na Rua Bento Gonçalves, levam do hotel à Praça XV a pé. No caminho, a Rua Marechal Guilherme, antiga Rua do Rosário, guarda casario antigo que rende boas fotos. Em datas como Páscoa e Natal, a Praça XV e o Largo da Alfândega recebem decoração temática.


Fotos: cellomagalhaes e luoman via Canva.
São cerca de 7 km de calçadão, ciclovia e decks à beira da Baía Norte, da parte de baixo da Ponte Hercílio Luz até o acesso ao Norte da Ilha. No fim da tarde a orla enche de gente caminhando, correndo e pedalando, com o sol se pondo para os lados do Continente. À noite o movimento continua, com as luzes da cidade refletidas na água.


Fotos: luoman e Thiago Veras via Canva.
A Ilha é cercada pela Baía Norte e pela Baía Sul, e o lado voltado para o Continente tem os melhores lugares para ver o pôr do sol. Barcos de pesca e veleiros completam a paisagem no fim da tarde. Do trapiche embaixo da Ponte Hercílio Luz saem passeios de escuna pela baía, inclusive um roteiro curto ao pôr do sol.




Fotos: Hardt_E, Junior Cazangi (Pexels), Matheus De Moraes Gugelmim (Pexels) e Junior Bastos (Pexels) via Canva.
Na virada do ano, os fogos são lançados sobre a baía à meia-noite, com palcos oficiais na Beira-Mar Norte e na Beira-Mar Continental. Na virada para 2026, a festa reuniu mais de 700 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, com 15 minutos de fogos e cascata luminosa na Ponte Hercílio Luz. Quem está no Centro chega à Beira-Mar Norte a pé.


Fotos: Pedro Moraes e NauckPhotos via Canva.
Um dos bairros mais antigos da cidade, Santo Antônio de Lisboa recebeu as primeiras famílias açorianas em 1748 e guarda o casario colonial e a Igreja Nossa Senhora das Necessidades, construída entre 1750 e 1756. De frente para a Baía Norte, tem o pôr do sol mais lembrado de Florianópolis, com barcos ancorados em primeiro plano. Em 2025, o conjunto da antiga freguesia foi reconhecido pelo Iphan como patrimônio cultural brasileiro.




Fotos: Odairson Antonello, Luana Almeida, Gassen e Nelson Jose Fernandes via Canva.
Canasvieiras é a praia de mar calmo mais procurada do Norte da Ilha, com cerca de 2,4 km de areia voltada para a baía. A água chega mansa, boa para famílias com crianças, caiaque e stand up paddle. O bairro em volta tem restaurantes, mercados e lojas.
Foto: Gregorio Koji via Canva.
São cerca de 5 km de areia e um bairro com comércio aberto o ano todo. No canto sul fica a maior formação de dunas da cidade, que chega até a vizinha Praia do Santinho. O nome lembra o naufrágio de um navio inglês na costa, entre o fim do século 17 e o começo do 18.
Foto: Cassio_Henrique via Canva.
No caminho entre o Centro e a Lagoa, o mirante do Morro da Lagoa mostra a lagoa inteira entre os morros, com as dunas e o mar ao fundo. Lá embaixo, o Centrinho reúne comércio, bares e restaurantes, e a Avenida das Rendeiras tem restaurantes de frutos do mar de frente para a água. As rendeiras mantêm viva a renda de bilro no bairro.


Fotos: FabioAndrade e Cassio_Henrique via Canva.
As dunas ficam entre a Avenida das Rendeiras e a Praia da Joaquina e fazem parte de um parque natural municipal com cerca de 700 hectares. O acesso é gratuito, e na entrada pela Avenida das Rendeiras há pranchas de sandboard para alugar. Os melhores horários são o começo da manhã e o fim da tarde, com a areia menos quente.
Foto: YES BRASIL via Canva.
A Joaquina é o endereço mais famoso do surf em Florianópolis, com cerca de 3 km de areia, ondas fortes e costão de pedras no canto esquerdo. Foi palco do Hang Loose Pro Contest, que estreou ali em 1986 e trouxe o Brasil de volta ao circuito mundial de surf. De frente para o oceano, é também um dos pontos mais indicados para ver o nascer do sol.



Fotos: stocklapse e Mariana Moreira Lemos (Pexels) via Canva.
É onde a Lagoa da Conceição encontra o mar, por um canal de água verde-turquesa protegido por molhes de pedra. Os barcos de pesca ficam atracados no canal, e a ponte sobre ele leva à Prainha da Barra e à trilha curta das piscinas naturais. A antiga vila de pescadores ainda vive da pesca, e no inverno a tainha movimenta a comunidade.



Fotos: diegograndi, Edna Vargas da Rosa (Pexels) e Crazy little things via Canva.
A Praia do Campeche tem areia larga e clara, ondas boas para surf e guarda a história da passagem de Antoine de Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe. Em frente fica a Ilha do Campeche, tombada pelo Iphan em 2000, com mais de 100 petróglifos. A ilha só é visitada de barco, com autorização e número limitado de visitantes por dia.


Fotos: Rafael Augusto Barbosa da Silva (Pexels) e Luana Almeida via Canva.
Uma das praias mais isoladas da Ilha, sem prédio à vista e com uma lagoa de água doce encostada no mar. Fica dentro de um parque municipal e só se chega por trilha: pelo Pântano do Sul, com cerca de 2,2 km, ou pela Armação, passando pelo Matadeiro, com cerca de 4 km. Não há estrutura na praia, então leve água e traga o lixo de volta.
Foto: Paulo Freitas (Pexels) via Canva.
A Freguesia do Ribeirão da Ilha é o núcleo histórico do sul de Florianópolis, com casario de herança açoriana e orla calma voltada para a Baía Sul. A Igreja Nossa Senhora da Lapa, construída com pedra, cal e óleo de baleia, foi consagrada em 1806. O bairro também é o mais conhecido pelos cultivos de ostras.
Foto: Leonardo Nogueira via Canva.
No lado continental, as Pedras de Itaguaçu são grandes rochas na água que, segundo a lenda registrada por Franklin Cascaes, são bruxas transformadas em pedra. Ao lado, o Parque de Coqueiros tem orla, decks e pista de caminhada. O fim de tarde é o melhor momento, com o sol sobre a água e as pedras.
Foto: Kerly_Steinbach via Canva.
As ostras da cidade vêm de fazendas marinhas nas baías, principalmente no Ribeirão da Ilha e na região de Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui. Florianópolis é a maior produtora de ostras de Santa Catarina, estado que responde por mais de 97% dos moluscos cultivados no Brasil. Os pedidos clássicos são a ostra in natura, ao bafo e gratinada, e no Centro dá para encontrar ostra no Mercado Público.


Fotos: Virginia Yunes via Canva.
Entre maio e julho, cardumes de tainha sobem a costa e os pescadores artesanais fazem o arrasto de praia: um vigia avista o cardume, as canoas cercam os peixes com a rede e a comunidade puxa tudo para a areia. Pântano do Sul, Armação, Campeche, Barra da Lagoa e Moçambique estão entre as praias onde o lanço faz parte da rotina da temporada. Para assistir, fique na areia, longe da rede e da canoa.



Fotos: Virginia Yunes via Canva.
Além das praias mais famosas, a Ilha tem praias tranquilas como Naufragados e Galheta, que só se alcançam por trilha, e escolhas fora do roteiro como o Saquinho, o Matadeiro, o Gravatá e o Moçambique, a praia mais longa da Ilha. No inverno as praias ficam quase vazias, e o amanhecer é o melhor horário para caminhar e fotografar.





Fotos: YES BRASIL, Ricardo Jara, jeito teu (Pexels) e rparobe via Canva.
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Volte dos passeios para o Centro, perto do Mercado Público, da Ponte Hercílio Luz e da rodoviária. Veja as acomodações do Hotel Farol da Ilha ou leia os guias do blog para planejar cada passeio.
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